Heitor Achilles é professor, doutor em Matemática, formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele veio de uma família em que não havia até então nenhum atuante da profissão docente, porém isso não o impediu de receber apoio familiar. Durante sua vida escolar Heitor detinha um gosto especial pela Matemática, o que o fez chegar à conclusão de que queria lecionar sua matéria favorita. Ele afirma que o conhecimento é a característica que mais preza em um professor, e a que mais falta na categoria, atualmente é a boa vontade de dar aula, o que pode ser causado pelos salários incompatíveis com o real valor da profissão, mas em particular, ele considera o retorno financeiro satisfatório, se comparado com a média salarial da profissão. Ele também faz parte do projeto extraclasse “ Crescendo e Se Preparando Para o Futuro” (CPF), que é um trabalho pedagógico de capacitação de professores de cidades do interior.
Sua transição de discente para docente se deu de forma automática, pois enquanto universitário já lecionava. A relação com seus alunos sempre foi bem variável, foi de amistosa até uma agressão física sofrida por um aluno inconformado com uma nota baixa, No entanto sua relação com a direção da instituição em que ele trabalha é constante e boa. Por ele lecionar na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), não tem contato e logo não tem relação nenhuma com os pais de seus alunos.
Heitor atua na profissão docente há onze anos, nesse tempo uma meta atingida, foi a conclusão do seu doutorado, e uma que ele sonha em alcançar é a consolidação de projetos de pesquisa na área de ensino. Sua experiência o mostrou que a aplicação em sala das teorias aprendidas no curso de Licenciatura nem sempre é possível, desde que o professor lida com seres humanos com individualidades, personalidades e capital cultural próprio e imprevisível.
Por Natália dos Santos Dias
Sua transição de discente para docente se deu de forma automática, pois enquanto universitário já lecionava. A relação com seus alunos sempre foi bem variável, foi de amistosa até uma agressão física sofrida por um aluno inconformado com uma nota baixa, No entanto sua relação com a direção da instituição em que ele trabalha é constante e boa. Por ele lecionar na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), não tem contato e logo não tem relação nenhuma com os pais de seus alunos.
Heitor atua na profissão docente há onze anos, nesse tempo uma meta atingida, foi a conclusão do seu doutorado, e uma que ele sonha em alcançar é a consolidação de projetos de pesquisa na área de ensino. Sua experiência o mostrou que a aplicação em sala das teorias aprendidas no curso de Licenciatura nem sempre é possível, desde que o professor lida com seres humanos com individualidades, personalidades e capital cultural próprio e imprevisível.
Por Natália dos Santos Dias
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